Does it make any sense?! No? So, welcome.
19
Abr 10
publicado por Andi, às 23:50link do post | comentar | ver comentários (3)

Já referi aqui que aprecio muito Matrioskas? Embora não tenha nenhuma, apenas uns brincos com o desenho delas (os únicos brincos que uso muito ocasionalmente). Fascina-me o facto de haver sempre mais lá, a sua disposição, o seu desenho, o modo como são pintadas lhes dá um ar simultaneamente bonito e humilde. É daqueles gostos genuínos que vêm de lado nenhum.

Poderia divagar e inserir metáforas muito bonitas (?!) sobre as Matrioskas e a última delas que não é oca, a mais pequena de todas. Mas deixo isso ao vosso critério, por enquanto apenas irei apreciá-las.

música: Jefferson Airplane - She Has Funny Cars

16
Abr 10
publicado por Andi, às 19:33link do post | comentar | ver comentários (3)

Por vezes há aquele estereótipo que ou temos que ser de Ciências, analíticos e objectivos ou de Artes, sensíveis e subjectivos, e embora eu ache que me enquadro melhor na primeira categoria, não sou insensível a outras ciências que não a minha. Estava aqui a estudar Bacteriologia quando se me deparou padrões bastante interessantes que as bactérias apresentam em crescimento, e cuja razão ainda é um pouco desconhecida, pode estar relacionado com a concentração de nutrientes ou a presença de líquido à superfície da colónia, mas o que realmente conta neste momento são esses padrões. Será que o professor vai perguntar por eles amanhã na frequência?

 

 

sinto-me: cientifica xD

13
Abr 10
publicado por Andi, às 14:15link do post | comentar | ver comentários (1)

"-Tem a certeza de que não é "irracional"?

-Eu? Irracional?

-Toda a ideia vivida é do sangue, não do cérebro. Não há ideias estritamente «racionais»."

 

in Aparição (livro que ando a ler neste momento).

 

 

 


10
Abr 10
publicado por Andi, às 11:42link do post | comentar | ver comentários (5)

Dir-se-ia, racionalmente, que um abismo mais não é que o final, o último passo, o precipício fundo e negro onde caímos sem parar tal como uma Alice perdida, é aquele lugar que todos pretendemos evitar, há quem escolha um caminho longo e enfadonho para nunca se deparar com um. Contudo o que não sabem, mas eu vos revelarei é que o abismo tem um outro lado. Se te afastares o suficiente para evitar que essa cegueira não congénita, mas permanente te tolde a perspectiva conseguirás ver. Tenta.
Tema: Abismo
para a

música: Marina and The Diamonds - Seventeen

09
Abr 10
publicado por Andi, às 18:28link do post | comentar | ver comentários (2)

 

"She's only happy in the sun
She's only happy in the sun

Did you find what you were after?
The pain and the laughter brought you to your knees
But if the sun sets you free, sets you free
You'll be free indeed, Indeed

She's only happy in the sun
She's only happy in the sun"
Por vezes penso nas várias perspectivas pessoais de cada pessoa. O seu modo de ver o mundo será o mesmo que o meu? Que pergunta mais básica, devem-se questionar. Não falo das várias opiniões, dos diferentes gostos, nem, tão pouco, falo literalmente. Frequentemente me recordo daquela cena clássica no filme American Beauty, do saco de plástico na rua a voar, não só nestas ocasiões, mas também quando realmente vejo um, mas o que quero dizer é que será que olhamos todos para o mesmo saco de plástico ou existem diferentes, ou nem existem de todo? Espero que hajam sempre sacos de plástico para observar, mesmo que não esteja vento, esperarei por algum aparecer.  Conversa de lunática, possivelmente. Os lunáticos devem ser dos indivíduos mais sãos (mentalmente) que existem. Gostaria de saber a perspectiva deles.  É verdade, penso nisso tipo de coisas do nada.  E vós, ó lobos vestidos de cordeiros?

 

sinto-me: Lunatic
música: She's only Happy in The Sun - Ben Harper

07
Abr 10
publicado por Andi, às 16:30link do post | comentar | ver comentários (2)

Sinto inquietação. Várias questões assombram o meu dia. Chego ao fim do dia e vou à primeira aula de código. Chego a várias conclusões: primeiro, preciso aumentar a minha graduação, mal consegui ver os testes projectados na parede, depois a indiferença que por vezes sinto não é imaginada, é real, consigo pressenti-la até nas coisas mais fúteis como as regras de trânsito, tudo em nome da ordem e das regras, de prémio e castigo, de inutilidades gigantescas. Pesa. Pesa sobre mim essa indiferença tão pouco disfarçada, esses esgares de superioridade, de errada genuidade, pesa essa avaliação constante, superficial é certo, essa crítica instantânea, essa rejeição ridícula. Basta! Basta de tentar qualificar, isso é o que acontece, tentar contornar essa gigantesca massa que vem na nossa direcção é mais difícil, mas tentarei, ser, era o suficiente. Ser.

 

música: Morning Yearning - Ben Harper

04
Abr 10
publicado por Andi, às 19:16link do post | comentar | ver comentários (4)


03
Abr 10
publicado por Andi, às 20:33link do post | comentar | ver comentários (2)

Por vezes tenho muitas ideias para escrever, e vou acumulando e as vou confundindo, chega a um ponto em que me esqueço, todas essas ideias fantásticas (?!) são obliteradas e acabo sempre por escrever medianamente, com uma monotonia que até a mim me aborrece. Mas continuo a fazê-lo porque, obviamente, gosto de escrever. Portanto lembrei-me de postar este excerto de uma série que vi religiosamente - That 70's show, em que os actores cantam uma parte de The Joker, tocada pela Steve Miller Band.

 

Assim sendo, este post vai ser uma espécie de CinemaIrracional, só que virado para algumas séries, que ultimamente tenho visto/seguido:

 

1. That '70s show

 

Uma série leve, para descontrair, conta a história de um grupo de adolescentes no Wisconsin nos anos 70. Contém muitos momentos weird, mas que sempre nos arrancam uma gargalhada. Aqui podemos ver o Ashton Kutcher a fazer de "good-looks-but-no-brain"e outras cenas clássicas nesta série como "o círculo", em que amigavelmente, se fuma coisas não muito legais...

 

 

2. Friends

 

Nem sei bem o que dizer desta série, acho que é uma daquelas séries que se tem que ver mesmo, não basta uma dessas opiniõezinhas da treta (como a minha). Com personagens sólidas, e que nos eram apelativas, acho que de todas a que mais gostava era a Phoebe, Friends consegue ser muito viciante. Vi as dez temporadas quase de seguida, e como é óbvio, no fim, fica aquele sentimento de nostalgia. Sou muito piegas nesse aspecto...

 

 

 

3. How I Met Your Mother

 

Quando esta série surgiu relacionei imediatamente com Friends, e de facto, o factor principal é o mesmo. A graça toda desta série está no Barney. O suit sacana e mulherengo. Adoro-o! Já vi vários episódios de temporadas diferentes, mas só há pouco tempo comecei a ver do início.

 

 

 

4. Bones

 

Esta série é um pouco diferente das outras, os episódios são de maior duração - 45 minutos - e a história central é baseada em antropologia forense e na brilhante Dr. Temperance, que todos apelidam de Bones. Gosto da interacção entre ela e Booth, o seu parceiro. Por vezes desejo que houvesse mais elementos externos na história, para além do caso, e dos actores principais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

música: The Joker - Steve Miller Band
sinto-me:

02
Abr 10
publicado por Andi, às 00:50link do post | comentar | ver comentários (1)

Irrita-me profundamente deparar-me com blogs cujo conteúdo resume-se a umas quantas fotografias supostamente artísticas e textos cuja essência eu consigo resumir: "Ele olha-me com aquele olhar ferido... Acabei com a nossa relação e sofri muito...Tivemos esta conversa ainda há uns dias... Estou com ele novamente...Ele é a minha vida... Ele... Ele... ELE.... ELEEEEEE!!!".

 

Estou chata e rabugenta e há coisas que me irritam até às entranhas.

sinto-me: rabugenta

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